segunda-feira, 3 de junho de 2013

GIPZ se reúne em junho para esclarecer a relação entre zumbido, intolerância a sons e a perda auditiva

A palestra de uma hora de duração será ministrada pela fonoaudióloga Izabella Pedriali de Macedo

Na primeira sexta-feira de junho, dia sete, acontece a já conhecida reunião de do Grupo de Informação a Pessoas com Zumbido (GIPZ), em Curitiba. Formado pelos especialistas Rita de Cássia Cassou Guimarães, médica otorrinolaringologista e ortoneurologista, Izabella Pedriali de Macedo, fonoaudióloga, Vivian Pasqualin, fisioterapeuta, Daniela Matheus, psicóloga e Gerson Kohler, ortodontista, as reuniões, realizadas sempre nas primeiras sextas-feiras do mês – de março a dezembro - têm como objetivo esclarecer, explicar e tirar todas as dúvidas possíveis quando o assunto é o zumbido.

No encontro de junho, a palestrante em questão será a fonoaudióloga Izabella Pedriali de Macedo, que trabalhará mais a fundo o tema “Zumbido x Intolerância a sons x Perda auditiva”. Segundo a especialista, os pacientes precisam entender que a audição é um dos sentidos mais sensíveis do organismo, e que qualquer alteração sonora pode alterar a percepção do som, seja para mais ou para menos. Algumas pessoas possuem alterações na percepção do som e não suportam ouvir determinados ruídos mesmo em níveis considerados fracos, devido ao excesso de sensibilidade auditiva,” explica.

Além da intolerância aos sons, outro sintoma que pode significar o início da perda auditiva é o zumbido, que na maioria dos casos se manifesta como um sintoma leve, mas que em alguns pacientes pode afetar seriamente a qualidade de vida do indivíduo se não tratado corretamente. Para ajudar nessa situação, a equipe interdisciplinar do GIPZ oferece informações científicas e atualizadas, de fácil compreensão para manter os pacientes cientes da sua situação e capazes de enfrentar o zumbido. Segundo de Rita de Cássia Cassou Guimarães, otorrinolaringologista, ortoneurologista e coordenadora do GIPZ, o zumbido pode ser consideravelmente melhorado e em determinados casos até eliminado com o tratamento adequado, - e é perfeitamente possível obter uma boa qualidade de vida seguindo as orientações do GIPZ.
As reuniões do GIPZ

A primeira hora dos encontros é destinada a palestra ministrada por um dos especialistas. A segunda hora é dedicada ao esclarecimento de dúvidas dos presentes e a troca de experiências entre os pacientes. "Não fazemos consultas e nem vemos exames. Nosso objetivo é dar direcionamentos e esclarecimentos sobre o zumbido", enfatiza Rita.
Rita destaca que o conhecimento é fundamental para aumentar a qualidade de vida dos pacientes com zumbido. “Com as informações necessárias, eles percebem que o ruído é um sintoma que tem tratamento e não oferece riscos à saúde. Descobrem que ele não causa surdez, não afeta problemas psicológicos e nem desencadeia qualquer enfermidade. Assim como a febre, o zumbido indica que algo está errado no organismo e é este agente que devemos eliminar”, conclui a coordenadora.
As reuniões acontecem todos os meses na primeira sexta-feira do mês (nesse caso, dia sete de junho), no 5º andar do Anexo B do Hospital de Clínicas da UFPR, em Curitiba. Os encontros têm início as 14 horas e a entrada é franca.O telefone de contato para participar das reuniões e tirar demais dúvidas é o (41) 3225-1665.

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